9 de set de 2015

Its Electric Recomenda: Discos para curtir # 2

Em meio a inúmeros lançamentos no ano de 2015 (o ano que demorou para engrenar, mas agora decolou) sempre sobra espaço para visitar discos empoeirados da prateleiras ou ainda, um em tantos bons discos que acaba passando batido e que só descobrimos depois de anos do lançamento, com esse espirito explorei terrenos inóspitos da minha coleção e selecionei alguns trabalhos que acho interessante dentro das mais diversas vertentes do Rock e Metal.

Confiram e divirtam-se!


Uriah Heep - Sea Of Light (1995)




O Uriah Heep já havia passado por muita coisa desde o fim da formação clássica, que contava com Ken Hensley (teclados, guitarras) e David Byron (vocais), conheceram sucessos e fracassos após a era de ouro.  Mick Box conseguiu estabilizar a formação que contava com o cantor Bernie Shawn em seu terceiro disco afrente do Heep.  O disco é aclamado com um dos melhores de toda a carreira do grupo, um trabalho forte, recomendado. Destaques: Against The Odds, Time Of Revelation, Fear Of Falling e Fires Of Hell



Against The Odds




Joe Bonamassa - So, Its Like That (2002)




O segundo disco solo do então novato guitarrista Joe Bonamassa é um sopro de oxigênio no Blues-Rock,  composições dinâmicas, levadas boas de ouvir e composições certeiras, a banda que acompanha Joe é afiada e dá todo suporte para ele brilhar com seu talento, guitarrista fantástico que faz os vocais com muita competência e com um grande talento para composição. Pode ouvir sem medo! Destaques:  No Slack, Waiting For Me e The Hard Way

No Slack




Baroness - Yellow & Green (2012)






Difícil classificar a o som do Baroness, algo que transita entre o Stoner Metal e o Rock Progressivo, cada album dos caras tem nomes de cores que representam os sentimentos contidos na música, não é uma banda "fácil"de assimilar, mas a beleza por trás dos arranjos e da voz do cabeça John Dyer Baizley cativam, o álbum é duplo, tendo no disco Yellow, temas mais energéticos e Green mais viajados. Boa banda da nova safra. Destaques: Take My Bones Away, Eula, Psalm Alive Stratchmarker e The Line Between.

Take My Bones Away




Ozzy Osbourne - The Ultimate Sin (1986)





Viajando no tempo e voltando ao auge do Hard Rock Glam (chamado de farofa por aqui), The Ultimate Sin é o disco mais injustiçado da carreira do Madman, tachado de apelativo e comercial pelos mais radicais, o quarto disco solo de Ozzy foi um sucesso estrondoso em termos de vendas, a banda que o acompanha é fantástica com o monstro  Jake E Lee nas guitarras, Phill Soussan no baixo e Randy Castillo na bateria. Arranjos excelentes, perfomances inspiradas e grandes composições, um clássico renegado. Destaques: Secret Loser, Killer Of Giants e Shot In The Dark


Shot in the Dark


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