Impressionante como esse ano de 2008 passou rápido! Novembro já chegou...
Parece que ontem eu estava postando a lista com os melhores álbuns de 2007, ou ainda reclamando das dificuldades profissionais que atrevessava no final de 07/08 .
Parei para pensar nisso nesse último fim de semana, foi um ano a mil por hora, e sempre tem coisas que ficaram para trás... mas ainda é cedo para faze um balanço, deixarei mais para os instantes finais.
Falando de Música
Ainda não consegui comprar dois dos melhores lançamentos do ano eu não consegui comprar - Indestructible do Disturbed e All Hope is Gone do Slipknot, estão fazendo falta em minha coleção dos já obsoletos CDs :).
Falando em obsoleto, Chinese Democracy vai ser lançado esse mês, já vazou até o encarte do álbum, que foi mais surpreendente do que as músicas em si, que não diferem em quase nada das demos vazadas nos útimos dois anos...
Por enquanto vou me divertindo com Black Ice do AC/DC e Death Magnetic do Metallica!
3 de nov. de 2008
21 de out. de 2008
2008 está chegando ao final....
... e as surpresas na música não param, um ano ainda recheado de expectativas, polêmicas e surpresas.
Death Magnetic do Metallica mexeu nas estruturas e já vem arrebatando vendas impressionantes ao redor do mundo.
Chinese Democracy, o eterno quinto álbum de estúdio do Guns' N Roses tem uma data, track list e capa quase confimrados: 23 de Novembro de 2008.
Já no circuito menos badalado mas muito produtivo tivemos surpresas muito interessantes, o retorno do Hard Rock Funkeado do Extreme em "Saudades de Rock" e o interessante Parasites & Worms dos Suíços do Pure Inc, um hard rock, pesado, com o pé no modern rock produzido por Alterbridge, Audioslave e afins.
Além desses destaques, ainda temos muitos álbuns lançados de muita qualidade, vai ser dificil montar a lista de melhores de 2008....ainda bem!
Death Magnetic do Metallica mexeu nas estruturas e já vem arrebatando vendas impressionantes ao redor do mundo.
Chinese Democracy, o eterno quinto álbum de estúdio do Guns' N Roses tem uma data, track list e capa quase confimrados: 23 de Novembro de 2008.
Já no circuito menos badalado mas muito produtivo tivemos surpresas muito interessantes, o retorno do Hard Rock Funkeado do Extreme em "Saudades de Rock" e o interessante Parasites & Worms dos Suíços do Pure Inc, um hard rock, pesado, com o pé no modern rock produzido por Alterbridge, Audioslave e afins.
Além desses destaques, ainda temos muitos álbuns lançados de muita qualidade, vai ser dificil montar a lista de melhores de 2008....ainda bem!
9 de set. de 2008
Nevermore por um fio?
Esses dias estou me recuperando de uma cirurgia, e como estou sem treinar, aproveitei para revisitar a discografia do Nevermore e seus membros após o expediente na Empresa.
E como essa banda ao longo dos seus 14 anos conseguiu resultados incríveis, com uma sonoridade marcante, viajando entre o Thrash, o Progressivo, o Gothic Rock dos anos 80.
Uma Interessante massa sonora capaz de hipnotizar os ouvintes através através das melodias melancólicas da Voz única de Warrell Dane e a Guitarra virtuosa e versátil de Jeff Loomis, o melhor guitarrista surgido no Heavy Metal nos ultimos anos.
Porém parece que as coisas no Nevermore, que lançou seu último trabalho de estudio, This Godless Eddeavor em 2005, andam balançadas.
Dane lançou seu primeiro disco solo nesse ano de 2008, o bom " Praises To War Machine" e até andou agendando alguns compromissos, assim como Jeff |Loomis com o intrumental "Zero Order Phase" . O Primeiro carrega a melodia e o segunda a técnica e o peso... Fragmentos do Nevermore.
Os boatos dão conta que o DVD anunciado recentemente, e mais um álbum de inéditas, podem ser o canto do cisne para o Nevermore, eu estou torcendo para que seja apenas boato!
Vou colocar alguns reviews dos albuns em breve.
Ao som de Criate the Infinite do álbum Enemies of Reality.
E como essa banda ao longo dos seus 14 anos conseguiu resultados incríveis, com uma sonoridade marcante, viajando entre o Thrash, o Progressivo, o Gothic Rock dos anos 80.
Uma Interessante massa sonora capaz de hipnotizar os ouvintes através através das melodias melancólicas da Voz única de Warrell Dane e a Guitarra virtuosa e versátil de Jeff Loomis, o melhor guitarrista surgido no Heavy Metal nos ultimos anos.
Porém parece que as coisas no Nevermore, que lançou seu último trabalho de estudio, This Godless Eddeavor em 2005, andam balançadas.
Dane lançou seu primeiro disco solo nesse ano de 2008, o bom " Praises To War Machine" e até andou agendando alguns compromissos, assim como Jeff |Loomis com o intrumental "Zero Order Phase" . O Primeiro carrega a melodia e o segunda a técnica e o peso... Fragmentos do Nevermore.
Os boatos dão conta que o DVD anunciado recentemente, e mais um álbum de inéditas, podem ser o canto do cisne para o Nevermore, eu estou torcendo para que seja apenas boato!
Vou colocar alguns reviews dos albuns em breve.
Ao som de Criate the Infinite do álbum Enemies of Reality.
4 de set. de 2008
Os solos de guitarra voltaram e o Metallica tb!
E não é que a franquia do Guitar Hero e Rock Band fizeram muito bem a industria da música, principalmente ao Rock e o Heavy Metal?
Os solos de Guitarra voltaram aos músicas, os acordes mais sofisticados, melodias, harmonias quebrando todo aquele padrão estético do fim dos anos 90 inicio dos 2000, no qual não se ouvia mais a banda em si, e sim refrões e riffs de poucos acordes.
Tudo issos graças a enorme popularidade da franquia! Ainda bem!
Aliás na onda, o Metallica tambem voltou, e muito bem ouçam Death Magnetic, o álbum de 2008!
Os solos de Guitarra voltaram aos músicas, os acordes mais sofisticados, melodias, harmonias quebrando todo aquele padrão estético do fim dos anos 90 inicio dos 2000, no qual não se ouvia mais a banda em si, e sim refrões e riffs de poucos acordes.
Tudo issos graças a enorme popularidade da franquia! Ainda bem!
Aliás na onda, o Metallica tambem voltou, e muito bem ouçam Death Magnetic, o álbum de 2008!
9 de jul. de 2008
Salvem o Rock!!
Ao ouvir as músicas que vazaram do já multi adiado Chinese Democracy, concluí que definitvamente este não pode ser considerado o álbum que vai tirar o Rock da inércia em que se encontra atualmente...
Mesmo sendo versões demos, ou ainda inacabadas, são fracas, sem sal, sem pegada... um fiasco de 13 milhões de dólares....
AFF aonde a indústria da música chegou?
Mesmo sendo versões demos, ou ainda inacabadas, são fracas, sem sal, sem pegada... um fiasco de 13 milhões de dólares....
AFF aonde a indústria da música chegou?
20 de abr. de 2008
Queensryche - Eu vou!
6 de abr. de 2008
Jogando com o Diabo
Album: Gambling With The Devil
Ano:2007
Formação:
Andi Deris (V)
Michael Weikath (G)
Sascha Gerstner (G)
Markus Grobkopf (B)
Dani Loble (D)

Ano:2007
Formação:
Andi Deris (V)
Michael Weikath (G)
Sascha Gerstner (G)
Markus Grobkopf (B)
Dani Loble (D)
Consolidação, talvez seja essa palavra que me vem à mente ao ouvir Gambling With The Devil, o mais recente álbum de estúdio do Helloween, após as mudanças de formação e a estabilidade do Line Up atual no bom, pretensioso e desafiador Keeper of the Seven Keys: The Legacy.
Após a longa tour, e o sucesso da mesma, o Helloween entrou no estúdio e gravou o melhor álbum desta nova fase, iniciada em 2003. Pesado, melódico e diversificado, com uma produção de primeira, GWTD reascende o lado mais criativo e desafiador dos abóboras.
Poderiam ter ido além? Sim, mas caminharam adiante e criaram uma atmosfera forte, finalmente o Helloween resgatou sua magia, que andava enfraquecida em RDCE e um pouco confusa em seu terceiro Keeper.
Individualmente, a experiência e qualidade falam alto, Andi Deris domina amplamente os vocais com segurança, Weikath, tem sua presença nos riffs e solos como sempre, a ponte entre o passado e presente da banda, Sascha demonstra dominio e técnica de sua guitarra, além de boas melodias, porém não conseguiu substituir Hansen e Grapow na mente dos fãs.
O Baixo e a Bateria merecem destaque a parte, perfeitos, Markus e Dani realizaram um dos melhores trabalhos do Helloween em seus respectivos instrumentos.
Kill It remete a Push, pesadona, vocais bem agudos, refrão bem forte, um bom aquecimento para The Saints, melódica e épica, um dos melhores momentos de Weikath nessa década, nada inovadora, mas clássica, dos inventores do estilo, solos, duetos e um refrão muito bem colocado!
As Long As I Fall, é o primeiro single, sem novidades, teclados, andamento cadenciado, e refrão pegajoso, a seguir vem Paint New World, melódica, uma parceria de Weikath e Gerstner, as guitarras muito afiadas se destacam.
Ainda temos, a criativa e Final Fortune, com um pé no Helloween dos 80's, a progressiva The Bells of the Seven Hells.
Já Fallen To Pieces é um momento raro, inspirado, com várias nuances, muito bem guiada pelos vocais de Deris, mostrando um direcionamento a ser seguido e aprofundado no futuro.
O álbum perde poder em IME, que lembra a mediana Mirror Mirror, do obscuro The Dark Ride, e na fraca Can do it, alegre e melosa, chega a causar desconforto tamanho o aspecto tapa buraco em sua composição.
Dreambound vem melódica, com os típicos bons refrãos e boas guitarras, mas sem mostrar grandes inovações, talvez seja a música mais próxima dos dosi álbuns anteriores, melódica e pesada, com bons momentos mas carente de brilho.
Brilho, este que fica para o final, e que final, meu amigo! Heaven Tells no Lies, composição de Markus, vem clássica, épica como os distantes Keepers, enche os ouvidos dos fãs e coloca um belo sorriso em suas faces, a melhor faixa do álbum, solos inspirados, vocais dinâmicos e um trabalho demolidor do baixo e da bateria. Os fãs merecem essa pequena obra prima.
Em Gambling With The Devil o Helloween mostrou que pode oferecer mais aos seus fãs, e a estabilidade da atual formação ainda pode render ótimos trabalho.
Os abóboras continuam relevantes sem precisar apelar aos fantasmas de um passado brilhante, porém já distante.
Abaixo o clip do primeiro Single As Long As I Fall
Após a longa tour, e o sucesso da mesma, o Helloween entrou no estúdio e gravou o melhor álbum desta nova fase, iniciada em 2003. Pesado, melódico e diversificado, com uma produção de primeira, GWTD reascende o lado mais criativo e desafiador dos abóboras.
Poderiam ter ido além? Sim, mas caminharam adiante e criaram uma atmosfera forte, finalmente o Helloween resgatou sua magia, que andava enfraquecida em RDCE e um pouco confusa em seu terceiro Keeper.
Individualmente, a experiência e qualidade falam alto, Andi Deris domina amplamente os vocais com segurança, Weikath, tem sua presença nos riffs e solos como sempre, a ponte entre o passado e presente da banda, Sascha demonstra dominio e técnica de sua guitarra, além de boas melodias, porém não conseguiu substituir Hansen e Grapow na mente dos fãs.
O Baixo e a Bateria merecem destaque a parte, perfeitos, Markus e Dani realizaram um dos melhores trabalhos do Helloween em seus respectivos instrumentos.
Kill It remete a Push, pesadona, vocais bem agudos, refrão bem forte, um bom aquecimento para The Saints, melódica e épica, um dos melhores momentos de Weikath nessa década, nada inovadora, mas clássica, dos inventores do estilo, solos, duetos e um refrão muito bem colocado!
As Long As I Fall, é o primeiro single, sem novidades, teclados, andamento cadenciado, e refrão pegajoso, a seguir vem Paint New World, melódica, uma parceria de Weikath e Gerstner, as guitarras muito afiadas se destacam.
Ainda temos, a criativa e Final Fortune, com um pé no Helloween dos 80's, a progressiva The Bells of the Seven Hells.
Já Fallen To Pieces é um momento raro, inspirado, com várias nuances, muito bem guiada pelos vocais de Deris, mostrando um direcionamento a ser seguido e aprofundado no futuro.
O álbum perde poder em IME, que lembra a mediana Mirror Mirror, do obscuro The Dark Ride, e na fraca Can do it, alegre e melosa, chega a causar desconforto tamanho o aspecto tapa buraco em sua composição.
Dreambound vem melódica, com os típicos bons refrãos e boas guitarras, mas sem mostrar grandes inovações, talvez seja a música mais próxima dos dosi álbuns anteriores, melódica e pesada, com bons momentos mas carente de brilho.
Brilho, este que fica para o final, e que final, meu amigo! Heaven Tells no Lies, composição de Markus, vem clássica, épica como os distantes Keepers, enche os ouvidos dos fãs e coloca um belo sorriso em suas faces, a melhor faixa do álbum, solos inspirados, vocais dinâmicos e um trabalho demolidor do baixo e da bateria. Os fãs merecem essa pequena obra prima.
Em Gambling With The Devil o Helloween mostrou que pode oferecer mais aos seus fãs, e a estabilidade da atual formação ainda pode render ótimos trabalho.
Os abóboras continuam relevantes sem precisar apelar aos fantasmas de um passado brilhante, porém já distante.
Abaixo o clip do primeiro Single As Long As I Fall
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