15 de nov. de 2016

UFC 205 - O Reinado de McGregor





A estréia do UFC no Madison Square Garden teve um grande vencedor, Conor McGregor pode afirmar com todas as letras, saiu do evento ainda maior do que entrou, uma vez que já é o campeão dos pesos penas (título ao qual não defendeu ainda, Aldo é o campeão interino) e com o nocaute arrebatador contra Eddie Alvarez, tomou de assalto o maior evento de MMA do planeta.

McGregor tem sim muitas falhas no seu jogo, principalmente na luta agarrada e no chão, mas seu deslocamento, velocidade e precisão são mais do que suficiente para assombrar seus adversários, todos esperavam que Alvarez usasse seu wrestling para controlar o Irlandês, mas ao optar por trocar golpes foi facilmente batido, dois knockdowns e um round depois, Alvarez foi nocauteado no segundo assalto e deu adeus ao seu cinturão.

O irlandês é capaz de capitalizar muito bem sua ascensão e está se tornando um padrão de promoção para o evento.

Antes do main event, Tyron Woodley e Stephen Thompson duelaram por cinco rounds de um bom combate, os estilos antagônicos, Woodley um wrestler que bate pesado e de muita explosão, porém mais curto e retido contra Thompson que ganha suas lutas usando sua envergadura e movimentações de forma efetiva, técnico e preciso. Foi o duelo entre a potência x eficiência, e deu um empate majoritário,  dois juízes anotaram vitória empate, um juiz deu a vitória de Woodley. 

O combate em si teve seus momentos como a vitória clara de Woodley em alguns momentos, uma guilhotina e golpes no ground and pound, enquanto Thompson tomou e centro e caçou o campeão em alguns momentos, mas sem dúvidas Woodley mereceu ficar com o cinturão, foi mais efetivo, aplicou seu wrestling com mais precisão, e quando acionado foi efetivo.

Outros pontos de destaques foram a vitória contundente de Yoel Romero (anti doping vai derruba-lo...) sobre Chris Weidman, que após as glórias de três defesas de cinturão, amarga sua segunda derrota consecutiva, graças a uma joelhada brutal do cubano no terceiro round. Veremos o que Dana White fará com Michael Bisping, atual campeão dos médios e seus desafiantes Ronaldo Jacaré e Romero, veremos.


Resultado dos palpites Resultado dos palpite UFC 205 1 Acertos (Jedrzejczyk)  4 Erros (McGregor,Empate do Woodley, Romero e Pennington)  Placar Geral: 52 Acertos, 43  Erros => 54%  de acerto.

12 de nov. de 2016

Palpites UFC 205 New York - Alvarez x McGregor






O dia 12 de Novembro vai ficar marcado na história do MMA Mundial, desde a proibição das lutas de vale tudo no fim dos anos 90, a cidade de Nova York não permitia lutas de artes marciais mistas na cidade, o UFC com seu poderoso e competente Staff derrubou o lobby contrário e conseguiu, após muitos anos realizar seu evento por lá, e  convenhamos não é qualquer evento.

Para celebrar a festa foi montado um card muito bom, com três disputas de cinturão, a principal entre Eddie Alvarez e Conor McGregor, pelo título dos pesos leves, e o combate promete grandes emoções, Alvarez, campeão, buscará encurtar e encurralar o Irlandês, enquanto o campeão dos penas vai buscar a distância e seus golpes precisos, luta MUITO difícil de prever o resultado.

Outro destaque fica por conta de Woodley e Thompson, disputando o cinturão dos meio médios, aqui vejo uma boa vantagem para Woodley nos dois primeiros rounds, mas se Thompson souber usar sua envergadura e os chutes precisos, pode frustrar e liquidar o campeão.

Vamos aos palpites do card principal 


Miesha Tate (18-6) vs. Raquel Pennington (8-5) Palpite => Tate vence.

Chris Weidman (13-1) vs. Yoel Romero (12-1) Palpite => Weidman vence.

Joanna Jedrzejczyk (12-0) vs. Karolina Kowalkiewicz (10-0) Palpite => Jedrzejczyk vence.

Tyron Woodley (16-3) vs. Stephen Thompson (13-1) Palpite => Thompson vence.

Eddie Alvarez (28-4) vs. Conor McGregor (20-3) Palpite => Alvarez vence.


11 de nov. de 2016

Testament - The Brotherhood Of The Snake



Nota: 9,00

O Testament é uma instituição do Thrash Metal, os veteranos do estilo demoraram quatro  anos para soltar o sucessor de Dark Roots Of The Earth, aliás, os longos ciclos entre os álbuns é uma constante na carreira dos caras atualmente, e vem se mostrando uma atitude certa, pois acabam entregando grandes trabalhos para os fãs, sem produzirem no modo automático

É inegável que um time que conta com Chuck Billy, Eric Peterson, Alex Skolnick, Gene Hoglan e Steve DiGiogio tem tudo para matar a pau, e aqui os objetivos foram atingidos, The Brotherhood Of The Snake é um grande disco, potente, furioso e magistralmente executado, evidenciando o excelente momento vivido pela banda.

A explosão de fúria movida pelo peso cavalar da bateria de Hoglan na faixa titulo, The Brotherhood of The Snake, já mostra que eles não vieram para brincar, Eric Peterson dispara um riff poderoso em The Pale King, na qual estão presentes as linhas vocais da fase clássica de Chuck Billy no refrão, uma boa demonstração do alto grau de inspiração das composições.


Stronghold descamba num Thrashão clássico recheado de peso e backing vocals guturais, destaque para a cozinha formada por DiGiorgio, que dá um show no baixo e Hoglan que demole sua bateria, Alex Skonlick nos brinda com um solo magistral, mostrando sua classe e talento, Seven Seals evoca grooves pesadíssimos e gruda logo na primeira, cadenciada e bem sacada, um dos pontos altos do play.

Seguindo uma linha mais cadenciada e calcada em grandes vocais de Billy, Born In a Rut lembra o estilo imortalizado pelo Pantera, cadência peso, alternância de momentos tensos e pesados e guitarras distorcidas e furiosas, Centuries Of Suffering podia estar em The Gathering devido a sua pegada brutal, a versatilidade das composições de Eric Peterson dão uma excelente dinâmica aos discos da banda.

A frenética Black Jack, é descontraída e tem um belo solo de Peterson, Neptune's Spear tem o DNA do Testament em seus arranjos, Alex Skonick deixa sua assinatura em um belíssimo e harmonioso solo, um monstro das seis cordas, uma das melhores músicas aqui.

Fechando o disco temos a polêmica Canna-Business e a imponente The Number Game fecham mais um grande sucesso do Testament, The Brotherhood Of Snake dá continuidade ao que os caras vem fazendo desde nos últimos tempos ou seja, Thrash dinâmico, pesadíssimo em sua essência mas com momentos mais melodiosos e leves. 

A atual formação reúne o que o Testament tem de melhor, ou seja, classe e energia. Disco Obrigatório!

Brotherhood of The Snake (2016)



A Banda


Chuck Billy (Vocal)
Eric Peterson (Guitarra)
Alex Skolnick (Guitarra)
Steve DiGiorgio (Baixo)
Gene Hoglan (Bateria)

30 de out. de 2016

Happy Happy Halloween - 30 anos de Helloween em 30 grandes canções



Outubro é o mês do Halloween, o dia das bruxas, a festa das criaturas, doces e travessuras e das abóboras, e ligando isso a música, principalmente no Heavy Metal, não tem como não viajarmos a Hamburgo na Alemanha, e falarmos de Helloween, a banda que deu o pontapé inicial ao Power Metal que explodiu entre o fim dos anos 80 e inicio dos anos 90.

Com trinta anos de carreira, o quinteto construiu uma carreira gloriosa com seus altos e baixos, mas esbanjando criatividade, emoção e irreverência. Aproveitando a data, 
resolvi enumerar trinta grandes músicas da banda, sim, é uma tarefa complicada, mas divertida, relembrar, ouvir mesmo que mais de mil vezes, canções que fazem parte de sua vida.

A lista em si compreende as quatro grandes fases da carreira dos abóboras, e colocadas em ordem de preferência desse que vos escreve, com certeza, se eu fizer uma lista dessas daqui um certo tempo, trocaria algumas músicas ou posições no ranking, mas o que vale é o momento!




Divirtam-se e Happy Happy Halloween

#30 - Who is Mr Madman? ( 7 Sinners)

#29 - Falling Higher (Better Than Raw)

#28 - Pleasure Drone ( Keeper Of The Seven Keys - The Legacy)

#27 - Power (The Time Of The Oath)


#26 - Starlight (Helloween - EP)


#25 - Ride The Sky ( Walls Of Jericho)


#24 - Eagle Fly Free (Keeper Of The Seven Keys - Part II)

#23 -  Mr. Torture (The Dark Ride)


#22 - Forever And One ( The Time Of The Oath)


#21 - Future World ( Keeper Of The Seven Keys - Part I)

#20 - Your Turn (Pink Bubbles Go Ape)

#19 - Heaven Tells No Lies (Glambing With The Devil)

#18 - Revelation (Better Than Raw)

# 17- Giants (Chamaleon)

# 16 - The Departed (The Dark Ride)

#15 -  Dr Stein (Keeper Of The Seven Keys - Part II)

#14 - Wake Up The Mountain ( The Time Of The Oath)

#13 - Kids Of The Century (Pink Bubbles Go Ape)

#12 - Why? (Master Of The Rings)

# 11 - The Dark Ride (The Dark Ride)

#10 - Save Us (Keeper Of The Seven Keys - Part II)

#9 - The Chance ( Pink Bubbles Go Ape)

#8 - A Little Time (Keeper Of The Seven Keys - Part I)

#7 - Sole Survivor (Master Of The Rings)

#6 -  March Of Time (Keeper Of The Seven Keys - Part II)

#5 - Where The Rain Grows (Master Of The Rings)

#4 - How Many Tears? (Walls Of Jericho)

#3 - I Want Out (Keeper Of The Seven Keys - Part II)

#2 - Halloween (Keeper Of The Seven Keys - Part I)

#1 - Keeper Of The Seven Keys (Keeper Of The Seven Keys - Part II)


Ouça no Spotify







As principais formações 

1986 -1987

Ingo, Markus, Hansen e Weikath




















Kai Hansen (Vocal e Guitarra)
Michael Weikath (Guitarra)
Markus Groskopff (Baixo)
Ingo Schwichtenberg (Bateria)

1987-1989
Da esq para dir: Kiske, Ingo, Grosskopof, Weikath e Hansen
















Michael Kiske (Vocal)
Michael Weikath (Guitarra)
Kai Hansen ( Guitarra e backing vocal)
Markus Groskopff (Baixo)
Ingo Schwichtenberg (Bateria)


1989-1993

Da Esq para dir: Grapow, Kiske, Weikath, Groskpoff e Ingo





















Michael Kiske (Vocal)
Michael Weikath (Guitarra)
Roland Grapow (Guitarra e backing vocal)
Markus Groskopff (Baixo)
Ingo Schwichtenberg (Bateria)


1994-2001

Da esq para dir: Kusch, Grosskopf, Weikath, Deris e Grapow



















Andi Deris (Vocal)
Michael Weikath (Guitarra)
Roland Grapow (Guitarra e backing vocal)
Markus Groskopff (Baixo)
Uli Kusch (Bateria)

Deris, Loblë, Weikath, Groskopff, Gerstner












2001 -Atualmente 

Andi Deris (Vocal)
Michael Weikath (Guitarra)
Sasha Gerstner (Guitarra e backing vocal)
Markus Groskopff (Baixo)
Dani Loblë (Bateria)


22 de out. de 2016

Periphery - III : Select Difficulty



Nota; 7,00


O Periphery vem conquistando fãs e ganhando renome na cena do chamado Djent, um dos pioneiros da nova geração do estilo, que apesar das controvérsias vem mostrando maior evolução e maturidade, aparando os excessos, os mesmos que ainda aparecem e incomodam um pouco.

Em III, os caras escolheram uma direção mais visceral com andamentos mais matemáticos e ríspidos, mas sem abrir mão do caldeirão de estilos como passagens Jazzisticas, melodias que grudam na mente e harmonias hipnotizantes, é inegável que o sexteto vem ganhando em personalidade, mas da mesma forma ainda recai sobre alguns clichês.


Os arranjos intrincados recheados de guitarras e peso desembocam em momentos de pura fúria, logo de cara na potente The Price Is Wrong, primeira música do novo trabalho, é o símbolo dessa cara mais visceral, uma explosão sonora, mas o destaque fica mesmo para o fantástico solo de Mark Holcomb, um dos três guitarristas da banda, os adiamentos sincopados de Motormouth dão um nó na cabeça do ouvinte, tamanho os loops e trocas de andamentos, Spencer Sotelo manda bem nos vocais alá Corey Taylor no Slipknot fase Iowa.


Mas aqui sou obrigado a fazer uma observação que vale para todo o registro, três fanáticos guitarristas poderiam explorar mais as melodias e solos, como fizeram no lançamento anterior, fica faltando guitarras solos e mais harmônicas, exemplo disso é  Marigold, que caberia um belo solo.


O disco acaba em alguns momentos exagerando no conceito de unidade sonora, e homogêneo e bem construído mas carece de destaques, ainda mais quando falamos de uma banda com músicos excepcionais, The Way The New Goes tem uma pegada fusion indefectível que desemboca com blasting beats e vocais limpos, e uma ótima linha de baixo, Remain Indoors é uma das músicas que merecia melhor acabamento nas guitarras, graças a sua cadência e boas melodias, ficou no quase.


Habitual Line Steper faz mais referências a Iowa do Slipknot com toda sua aura de caos, sem abrir mão da execução perfeita, o baterista de Mat Halpern segura toda complexidade na ponta dos dedos, Flatline passa batida, e Absolomb destrói tudo com um belíssimo solo de Misha Mansoor e excelentes melodias vocais, um momento que mostra o melhor do Periphery. Lune fecha III de forma mais serena.


Confesso que esperava mais do Periphery, estamos longe de um disco ruim, mas faltou mais melodias, principalmente nas guitarras.



III: Select Difficulty  (2016)




A Banda

Misha "Bulb" Mansoor – (Guitarra Solo) 
Jake Bowen – (Guitarra Ritmica e  backing vocals) 
Matt Halpern – (Bateria e Percussão)
Spencer Sotelo – (Vocais)
Mark Holcomb – (Guitarra Ritmica)
Adam "Nolly" Getgood – (Baixo)

20 de out. de 2016

Alter Bridge - The Last Hero




Nota: 8,00

O Alter Bridge chega a seu quinto disco de estúdio em doze anos de carreira, The Last Hero dá continuidade a tendência de mudança sonora da banda aos longos dos anos, mesclando o Hard Rock com toques de post grunge as vertentes mais pesadas e horas progressivas do Heavy Metal, essa mistura, já amplamente difundida em AB III e Fortress continua avançando, mas com doses maiores de melodias mais positivas.

Show Me A Leader já abre o disco com todas as características da fase atual do Alter Bridge, andamento up tempo, com Soctt Phillips e Brian Marshall pilotando a cozinha com maestria, e Myles Kennedy e Mark Termonti duelando nas guitarras, refrão esperto e cativante, o clima pesa em The Writing On The Wall, com timbres mais baixos e destaque para as belas linhas vocais, a banda se mostra bem afiada.

Alguns fãs mais puristas vão sentir falta da mistura azeitada de Hard Rock Moderno e grudento com guitarras e melodias emocionantes dos dois primeiros discos, mas isso faz parte da evolução e da transformação dos músicos, entretanto  para matar a saudades dos primeiros anos temos My Champion, que chocou parte do público por se apresentar dos anos iniciais, quem disse que o Alter Bridge é obrigado a seguir uma linha reta em sua sonoridade?

Seguindo adiante temos um momento que poderia estar em Fortress, Posion In Your Veins, é uma canção guiada por guitarras e pela voz marcante de Myles Kennedy,  muitas harmonias de fundo montando a parede sonora e efeitos para todos os lados, não é minha nuance sonora predileta dos caras, mas é interessante perceber as mudanças com o tempo e como exploram um lado progressivo e pesado.

O disco se estende um pouco a mais do que deveria de fato, criando um intervalo entre grandes canções e outras fillers, Cradle To The Grave brilha com e um bom arranjo e levada cadenciada, ainda que imersa em diversos instrumentos atuando como atmosferas para um ambiente caótico, Losing Patience esfria um pouco o clima enquanto This Side Of Fate, mergulha mais efetivamente em um tom progressivo com toques do Muse (como já ocorreu em alguns momentos de Fortress), mas focando em solos de guitarras poderosos de Tremonti.

The Last Hero segue bem, até o final com a ótima faixa título, uma porrada Metal Progressiva com uma ótima atuação de Brain Marshal no baixo acompanhando as guitarras de Tremonti e Kennedy na introdução, o clima épico e melancólico  ganha contornos de  uma tempestade pesada, a atuação da banda é impecável e traz o que o Alter Bridge tem de melhor, ou seja, criatividade e capricho.

Para quem esperava uma revolução sonora, pode ficar um pouco decepcionado, uma vez que estamos diante de um caminho natural de mudança sem perder a essência, o quarteto da Flórida continua firme e forte. Pode conferir sem medo!

The Last Hero (2015)




A Banda

Myles Kennedy (Guitarra, Vocal)
Mark Tremonti (Guitarra e Backing Vocals)
Brian Marshal (Baixo)
Scott Phillips (Bateria)  

6 de out. de 2016

Palpites UFC 204 - Bisping x Henderson II






O UFC chocou a comunidade do mundo das lutas quando concedeu a Dan Henderson a chance de enfrentar o campeão Michael Bisping pelo cinturão dos pesos médios do evento,  mercadologicamente a luta faz certo sentido, UK x USA, a revanche do campeão, a última luta do velho campeão que não tem ainda o cinturão do UFC e por ai vai, mas esportivamente é bizarro, Ronaldo Jacaré deveria estar na disputa contra Bisping.

Visto isso teremos um bom evento em Manchester, lutas interessantes que vão entreter o público, além da disputa de cinturão teremos Vitor Belfort x Gegard Mousasi que promete ser um combate interessante embora ambos já não estejam no auge de suas carreiras.

Vamos aos palpites do card principal


Mirsad Bektic (10-0) vs. Russell Doane (14-6) => Palpite: Bektic vence
Stefan Struve (31-8) vs. Daniel Omielanczuk (19-5-1) => Palpite: Omielanczuk vence
Ovince Saint Preux (19-8) vs. Jimi Manuwa (15-2) => Palpite: Saint Preux vence
Vitor Belfort (25-12) vs. Gegard Mousasi (39-6) => Palpite: Mousas vence.

Michael Bisping  (30-7) vs. Dan Henderson (32-14) => Palpite: Bisping vence.