25 de mar. de 2015

UFC FIGHT NIGHT 52- Demian Maia vence mais uma!


Demian Maia vinha cercado de desconfiança, um período de afastamento graças a uma infecção e apresentações inconstantes que colocaram seu nome em xeque dentro do UFC, quando foi anunciado que enfrentaria Ryan LaFlare, invicto em ascenção poucas pessoas esperariam um duelo como transcorreu no Sábado.

Apesar de sentir a inatividade, Demian Maia dominou LaFlare em quase todos os momentos, aplicando seu jogo eficiente de quedas e controle magnifico das posições com seu Jiu Jitsu justo, ele literalmente amassou LaFlare que em cinco rounds pouco fez, apenas no quinto round Demian perdeu  a iniciativa mas com a vitória nas mãos e bastante fadigado o brasileiro optou por administrar o resultado.

Demian Maia venceu na decisão dos juízes, e agora luta para subir no ranking dos meio médios do UFC.


Dominio Amplo



Grande raspagem


Nas outras lutas do card principal os atletas deram um show de finalizações, Godofredo Pepey, Leo Santos e Gilbert Burns finalizaram seus oponentes fazendo o maracananzinho respirar Jiu Jitsu, um card sem muitas estrelas mas com excelentes lutas e atletas proporcionando grandes duelos.


Durinho passou apertado mas finalizou


Guilhotina justa de Erick Silva em Josh Koscheck

 Resultado dos palpites 4 Acertos (Amanda Nunes, Gilbert Durinho, Leo Santos e Erick Silva) , 2 erros (Godofredo Pepey e Demian Maia)

Placar Geral: 22 Acertos, 14 Erros  - 61% de Acerto

20 de mar. de 2015

Palpites UFC FIGHT NIGHT 62 - Maia x LaFlare




Após a conquista de Rafael Dos Anjos, o UFC vem ao Rio de Janeiro para mais uma edição em terras brasileiras, com algumas baixas no card o evento acabou sofrendo para encontrar nomes de peso para chamar mais atenção, porém, Demian Maia e Ryan LaFlare vão duelar para se firmarem nos meio médios, a luta é vital para Demian que precisa vencer, LaFlare tem uma posição mais confortável e vem de franco atirador.

Vamos ver como a pressão por uma boa apresentação vai mexer com o experiente brasileiro que tem em seu Jiu Jitsu excelente sua maior arma, LaFlare tem um chão bom, troca bem e uma boa base de Westriling, não esperem uma luta fácil.


Vamos aos palpites do card principal!


Godofredo Pepey (11-3) vs. Andre Fili (14-2) => Palpite: André Fili vence.

Gilbert Burns (9-0) vs. Alex Oliveira (10-1-1) 
=> Palpite: Gilbert Burns vence.

Amanda Nunes (9-4) vs. Shayna Baszler (15-9) => Palpite: Amanda Nunes vence.

Leonardo Santos (13-3-1) vs. Tony Martin (9-2) => Palpite: Leo Santos vence.

Erick Silva (17-5, 1 NC) vs. Josh Koscheck (17-9) => Palpite: Erick Silva vence.

Demian Maia (19-6) vs. Ryan LaFlare (11-0) => Palpite: Ryan LaFlare vence.



19 de mar. de 2015

Heavy Metal anos 90, 15 discos excelentes (e pouco lembrados) pelos fãs


Quando se fala em Heavy Metal muitos fãs,  tendem a lembrar das décadas de 70 e 80 como eras douradas, e acabam relegando os anos 90 a alguns discos  aclamados, que logicamente são excelentes e essenciais como  Black Album, Rust In Peace, Empire, Seasons In  The Abyss, Angel's Cry, Images and Words, Cowboys From Hell, Chaos AD, Painkiller, No More Tears, The Sound Of White Noise e tantos outros.

Entretanto fora os maiores registros do período, existe muita coisa fora do "eixo clássico",  dentro de um universo menos lembrado, e até um pouco obscuro. Nesse contexto foram produzidos grandes jóias, alguns aclamados mas com reconhecimento abaixo do que merecem, outros sequer são lembrados. 

Aproveitando as boas memórias do passado, selecionei 15 registros que honraram o estilo e deixaram sua marca de 90.
 

Preparem-se a lista é bem variada!


15) Primal Fear - Jaws Of Death - 1999


O Primal Fear sempre será comparado a uma versão germânica e melódica do Judas Priest, principalmente no inicio da carreira dos alemães, Jaws Of Death não foge a regra, o segundo disco dos caras bebe direto da fonte, mas com competência e classe indiscutíveis. Metal em estado bruto

Destaques: Final Embrace, Church Of Blood, Under Your Spell









14) Symphony X - The Divine Wings Of Tragedy - 1997




Muitos fãs do Symphony X não titubeiam ao falar que esse disco é o melhor da carreira da banda e que dificilmente será superado, afirmação que eu concordo, The Divine Wings Of Tragedy é um espetáculo do Heavy Metal Progressivo com toques sinfônicos, Michael Romeo e Cia entregaram um disco espetácular, um clássico pouco lembrado.



 Destaques: Of Sins And Shadows, The Acolade e Candelight Fantasia








13)  Angra - Fireworks - 1998



Após a tour mundial do aclamado Holy Land, o Angra se viu diante de um dilema, intensificar os experimentalismos com música brasileira ou emplacar um som mais direto calcado no Heavy Metal, pois bem, foram pela segunda opção, e acertaram, apesar da critica de alguns fãs, Fireworks é um disco bem pensado, que apesar de mais tradicional não cai nos clichês do gênero. Ótima pedida

Destaques: Lisbon, Metal Icarus e Paradise







12)  Bruce Dickinson - Balls To Picasso - 1994



 Apesar do mega hit Tears Of The Dragon, o álbum Balls To Picasso, segundo disco solo de Bruce Dickinson não é muito lembrado além da épica balada. O disco é variado e caminha entre Heavy metal e Hard Rock com um alguns leves toques de sons mais alternativos. Um grande disco, mas que não desfruta do mesmo prestigio dos clássicos Accident Of Birth e Chemichal Wedding.

Destaques: Gods Of War, Laughing In The Hiding Bush e Tears Of The Dragon







11) Black Sabbath - Dehumanizer- 1992


Dehumanizer é um disco aclamado pelos fãs do Sabbath, mas nunca foi elevado ao patamar de clássicos como Masters Of Reality e Heaven And Hell, convenhamos que o retorno de Ronnie James Dio (Rip) foi triunfal, o disco é sombrio, pesado e recheado de melodias inesqueciveis, apesar de bem cotado, Dehumanizer merece mais destaque, um clássico!

Destaques: Computer God, TV Crimes, I





10 ) Sanctuary - Into The Mirror Black - 1990


O Sanctuary despontou em 1988 como uma promessa no debut Refuge Denied, que apesar dos exageros nos vocais de Warrel Dane, tinha qualidade para se firmar, no segundo trabalho, Into The Mirror Black, o quinteto amadureceu gerando um grande resultado, composições acertadas, execução precisa. Um arsenal  de temas  Heavy/Thrash Metal que fez história, uma pena a banda ter acabado em 1991 e ter retornado só em 2014 com o forte The Year Sun Died. 

Destaques: Future Tense, Long Since Dark e Communion




09) Judas Priest - Jugulator  - 1997




O Judas Priest havia chocado o mundo do Metal ao se reinventar em Painkiller em 1990, ao adicionar mais peso, distorções e velocidade ao seu som, Rob Halford abandonou o barco em 1992 e montou o Fight, o Priest recurtou Tim "Ripper"Owens nos vocais e gravou o brutal Jugulator, um disco injustiçado, mostrando uma banda mais agressiva e flertando com o Thrash Metal e Industrial. Jugulator é impiedoso e primou por atualizar a sonoridade da banda.

Destaques: Burn In Hell, Bullet Train e Cathredal Spires




08) Hammerfall - Glory To The Brave - 1997




No fim dos anos 90 ninguém achava que o Metal Tradicional iria ressurgir, até que o Hammerfall apareceu para mudar um paradigma, reciclando o som das bandas oitentistas, principalmente as mais obscuras aliando a sua inegável influência de Accept e Helloween, os suecos quebraram tudo, e foram  a banda sensação de 1997. Os frutos do debut foram tão proveitosos que até hoje a banda toca para grandes plateias na Europa.

Destaques: Dragon Lies Bleeding, Stone Cold, Glory To The Brave 

 







07) Pantera - Far Beyond Driven - 1994



O Pantera foi a grande banda de Metal dos anos 90 ao lado do Sepultura, após Cowboys From Hell e Vulgar Display Of Power os texanos se viam no topo do mundo, mas com problemas internos motivados aos abusos da vida de rockstars, mesmo assim Far Beyond Driven arrancou aplausos com sua sonoridade raivosa densa, pesada e até certo ponto melancólica, é um clássico, mas muitos fãs da banda dão mais ouvidos aos dois discos anteriores do que a esta pérola. 

Destaques: Becoming, I'm Broken, This Love





06) Forbidden - Twisted Into Form - 1990


 



Aqui temos um caso de injsutiça, o Forbidden tinha tudo para estourar, a banda praticava um Thrash Metal ultra técnico dotado de composições empolgantes e perfomances impecáveis, e após o debut Forbidden Evil teve os holofotes voltados para o segundo disco, Twisted Into Form supera o antecessor e é o melhor registro da carreira dos americanos. Pesado, dinâmico e melódico. Obrigatório.

Destaques: Infinite, Step By Step, Twisted Into Form





05) System Of A Down - System Of a Down  - 1998





Em meio ao turbilhão do New Metal, um quarteto de armênios radicados nos Estados Unidos começou a chamar a atenção dos fãs de música pesada, o em seu debut o SOAD reuniu influências de Heavy metal, Hardcore, Punk Rock, Rock Alternativo e um pouco de harmonias da música árabe. Foi o começo de uma trajetória explosiva.

Destaques: Sugar, Spiders e Soil




 


04) Fight - War Of Words - 1993


 Rob Halford largou o Priest, montou a banda Fight, junto do baterista Scott Travis (que continuou na banda), War Of Words explora uma sonoridade mais voltada ao Thrash Metal com muito groove, acordes dissonantes e uma influência sutil de Rock Alternativo. Grande disco!

Destaques: Into The Pit, Nailed To The Gun, Immortal Sin


03) Control Denied - The Fragile Art Of Existence - 1999






Quando Chuck Schuldiner (RIP) iniciou uma mudança no som de sua banda, o Death, os fãs começaram a chiar, uma vez que trilhou um caminho mais complexo com arranjos próximos ao metal progressivo em algumas passagens. Aproveitando a inspiração, Chuck montou o Control Denied com os membros do Death e chamou o vocalista Tim Aymar, o resultado foi espetacular, um épico do Prog Metal, imperdível. 

Destaques: Breaking The Broken, Expect The Unexpected, The Fragile Art Of Existence





02) Iced Earth - Something Wicked This Way Comes - 1998


O grande momento do Iced Earth, a banda vinha de um disco muito forte, The Dark Saga (para muitos, o melhor disco da banda) mas em Something Wicked a carreira dos americanos mudou de patamar, o disco é um petardo que caminha do Heavy ao Thrash sem pudor, com arranjos fabulosos de Jon Schaffer e vocalizações imponentes de Matthew Barlow. Muitos apostavam que se Schaffer mantivesse o núcleo criativo a banda seria um gigante, o novo Iron Maiden, infelizmente isso não aconteceu...

Destaques: Burning Times, Watch Over Me e Prophecy




01) Savatage - Edge Of Thorns - 1992



Vamos aos fatos, o Savatage deveria ser muito maior do que foi, a banda de Jon Oliva é um marco do Heavy Metal, inspirados no estúdio e impecáveis no palco, Edge Of Thorns é o último registro de Criss Oliva nas guitarras (Morto em um acidente automobilistico em 1993). É impossível questionar as composições certeiras e a execução magistral, a estréia do vocalista Zack Stevens não podia ser melhor. Simplesmente essencial.

Destaques: Edge Of Thorns, He Carves His Stone e Damien






E ai o que acharam da lista? Curtiram? Esqueci alguém? Ou quem deveria sair? Opinem!


17 de mar. de 2015

UFC 184 - Rafael Dos Anjos dá show!



O UFC 184 consagrou Rafael dos Anjos, o brasileiro desafiante e azarão não deu chances ao campeão Anthony Pettis, conhecido por seu talento e capacidade de improvisar e liquidar seus adversários em pé e no chão, em uma luta de cinco rounds Rafael sobrou utilizando a estratégia correta na qual consistia em pressionar Pettis, combinando golpes duríssimos com o jogo de grade, sem espaço o campeão ficou acuado sem conseguir soltar seu jogo.

Nos cinco rounds da disputa, Rafael não deu chances a Pettis, vencendo todos os rounds com larga margem, um domínio similar ao de Cain Velasaquez sobre Junior Cigano, obviamente com menos contundência devido ao peso dos atletas. 

Com essa vitória avassaladora, o brasileiro se consagrou como primeiro peso leve  brasileiro campeão do UFC, uma marca e tanto, e vale lembrar que o começo de Rafael dos Anjos no UFC foi difícil, sofrendo duas derrotas, mas ao aliar o trabalho duro de Roberto Gordo e Rafael Cordeiro, junto com seu talento e dedicação, conseguiu chegar no ponto mais alto de sua carreira.




Esquerda certeira

Chute na linha de cintura

Dominio no chão
Coroado campeão


Resultado dos palpites 1 Acerto (Johnny Hendricks) , 4 erros (Henry Cejudo,  Alistair Overeem, Joanna Jedrzejczyk e Rafael Dos Anjos)

Placar Geral: 18 Acertos, 12 Erros  - 60% de Acerto

13 de mar. de 2015

Palpites UFC 185 - Pettis x Dos Anjos




O Texas vai receber um grande duelo de pesos leves, Rafael dos Anjos desafia Anthony Pettis pelo título da categoria, luta muito complicada, mas que pode coroar o grande lutador brasileiro, Pettis é talentoso e imprevisível, tem o favoritismo nas mãos mas é um combate duro e não há espaço para menosprezar o adversário. 

Rafael buscará uma luta mais amarrada combinando sua trocação afiada e seu excelente jogo de chão, Pettis é bom em todos os aspectos do combate, mas tem em seus pés um diferencial, chutes poderoso, rápidos e certeiro, além de um chão competente e solto. Veremos!


Vamos aos palpites do card principal


Chris Cariaso (17-6) vs. Henry Cejudo (7-0) => Palpite:  Cariaso vence.


Roy Nelson (20-10) vs. Alistair Overeem (38-14) => Palpite: Roy Nelson vence.

Johnny Hendricks (16-3) vs. Matt Brown (19-12) => Palpite: Johnny Henrdicks vence.


Carla Esparza (10-2) vs. Joanna Jedrzejczyk (8-0)=> Palpite:Carla Esparza vence.

Anthony Pettis (18-2) vs. Rafael dos Anjos (23-7) => Palpite: Anthony Pettis vence.


6 de mar. de 2015

Enforcer - From Beyond




Nota: 8,00

O Heavy Metal como qualquer outro estilo musical tem períodos de predominâncias de tendências sonoras, e atualmente a avalanche de bandas de Groove, Stoner e Sludge Metal e o tal Djent predominam em parte do globo, principalmente nos Estados Unidos, e em outras partes o Heavy Metal feito na NWOBHM renasceu, tanto no som quanto no visual, encartes e capas, e capitaneando esse movimento temos os suecos do  Enforcer, que ao lado dos canadenses do  Skull Fist são as grandes promessas do estilo para o futuro.

Nesse novo registro o Enforcer tem a dura missão de superar o empolgante e explosivo Death By Fire (2013), e apesar de diferenças sutis percebemos que From Beyond cumpre sua missão ao soar mais encorpado e equilibrado, um grande passo no amadurecimento da banda.

Não esperem aqui novidades dentro do que se fez no Heavy metal em seus 40 anos, mas sim composições feitas sob medida para quem gosta de um som melodioso, intenso, pesado e com uma avalanche de guitarras da dupla Olof Wikstrand, que também assume os vocais, e Joseph Tholl.

O disco começa com a veloz e proto Thrash Destroyer, um belo tapa na orelha que é sucedida pela ótima Undying Evil, aqui notamos a evolução nos arranjos do Enforcer, um junção de Accept da fase Metal Heart com o Metallica do Kill'em All. 

Apesar da produção com a cara dos anos 80 tudo está muito bem mixado, o baixo de Tobias Lindqvis se destaca no comando da faixa título From Beyond, que tem nas suaves mudanças de andamento sua maior virtude. A essa altura o atual trabalho já se distanciou bastante de Death By Fire, apesar da proposta similar em termos de estética, One With Fire é um tema mid-tempo que poderia estar em qualquer disco do saudoso Riot.

Below The Slumber apresenta um Enforcer mais ambicioso em seus mais de  6 minutos,  os vocais de Olof Wikstrand se aproxima de Joe Elliot do Deff Leppard, as guitarras de destacam com o final apoteótico. A melhor faixa do disco. 

Como manda a tradição, Hungry They Will Come é uma faixa instrumental aos moldes da NWOBHM, com ótimos riffs e melodias das guitarras, vale destacar o batera Jonas Wikstrand que desce o braço. Banshee evoca uma pegada acelerada, com uma ótima paradinha no refrão, já em Farewell notamos a melhora nos arranjos com uma intro acústica seguida por um ótimo solo seguida de uma pegada devastadora, eles sabem como soar empolgantes, outro momento grandioso.

Para fechar o disco, Hell Will Follow escancara a influência do Metallica dos primóridos, inclusive nos vocais gritados de Olof Wikstrand e nas batidas secas de Jonas Wikistrand, os harmônicos no baixo foram muito bem colocados, Mask Of Red Death encerra o trabalho de forma cadenciada e recheada de guitarras, lembrando em alguns momentos o Mercyful Fate do inicio da carreira.

O Enforcer segue sua proposta de maneira firme e convicta, se por um lado ainda exagera em soar extremamente oitentista, por outro lado conseguiu resgatar melodias que empolgam, linhas vocais marcantes e guitarras em profusão. 


São músicos competentes que sabem exatamente onde querem chegar, o Enforcer demonstrou um salto tremendo em From Beyond e pode conquistar ainda mais, a evolução é visível e constante.



 Destroyer




From Beyond (2015)



 
A Banda

Olof Wikstrand (Vocal e Guitarras)
Jonas Wikistrand (Bateria)

Joseph Tholl (Guitarra)
Tobias Lindqvis (Baixo)

3 de mar. de 2015

UFC 184 - Rousey se consagra!



Se alguém me  perguntasse há alguns anos quem vai ser a a maior estrela do UFC dificilmente sairia uma resposta longe dos medalhões Jon Jones, Anderson Silva e Geroges St Pierre, mas o mundo do MMA é dinâmico e surpreendente, José Aldo, Anthony Pettis, Cain Velasquez e outros não conseguiram fazer o que Ronda Rousey fez.

A lourinha domina suas adversárias com um grau de superioridade só visto nos primeiros UFCs quando Royce Gracie mostrava ao mundo recém globalizado a eficiência do Jiu Jitsu. Ronda, judoca com índice olimpico, é impiedosa e não desperdiça uma oportunidade de esticar um braço alheio.

Todos esperavam que sua adversária, Cat Zingano, desse mais trabalho que as demais adversárias, entretanto ao escolher a estratégia errada e partir para cima, se deu mal, em um movimento acrobático Rousey reverteu  a queda, saiu por cima já esticando o braço em uma chave perfeita. Impecável!

Resta saber se alguém vai parar essa guerreira!

Vejam a bela sequencia de movimentos até a finalização







Resultado dos palpites 5 Acertos (Ferguson, Jouban, Ellenberger, Holm e Rousey), 0 erros
Placar Geral: 17 Acertos, 8 Erros  - 68% de Acerto