19 de fev. de 2014

Test Time Review # 7 - Yield (1998)




Após minha pisada na bola por não ouvir Lightning Bolt em tempo de colocá-lo no meu top 10 de 2013, resolvi homenagear o Pearl Jam com dois reviews, o primeiro deles, do referido álbum lançado ano passado, e agora um Test Time Review de Yield (1998), um álbum curioso que marca o fim da fase mais conturbada da carreira do quinteto de Seattle.

Yield é o primeiro lançamento do Pearl Jam que eu de fato acompanhei como fã de verdade, uma vez que já conhecia a banda, possuía Ten e VS na coleção mas estava bem alheio do que ocorria com eles naquele momento.

A Banda


Eddie Vedder (Vocais, Guitarra)
Mike McCready (Guitarras)
Stone Gossard (Guitarras)
Jeff Ament (Baixo)e
Jack Irons (Bateria)

O Contexto

Em 1998 toda a cena de Seattle, o chamdo Grunge, já era considerado uma onda do passado , o Pearl Jam viveu a explosão de popularidade entre 1991 e 1994, e tamanha exposição quase destruiu a banda, de fato nem eles aguentavam mais o sucesso quase sem limites que era uma combinação óbvia de talento e apelo midiático.

Pensando nisso, Eddie Vedder que acabará de tomar as rédeas criativa da banda ao lado de Stone Gossard e Jeff Ament, já vinha sugerindo mudanças importantes para o futuro, Vitology (1994) mostrou um som mais cru e punk rock, o sucesso de vendas foi imediato devido ao grande apelo de anos anteriores, mas  todos notaram uma atitude diferente, No Code (1996) quebrou paradigmas sonoros e mostrou influências de Folk Rock e World Music, acalmando as coisas e tirando a banda do foco. 

 Vitology e No Code não possuíam video clipes e a briga com a ticketmaster jogou a banda em turnês mais remotas e esparsas. Após as críticas devido a suavidade de No Code, e boatos de uma possível dissolução, o Pearl Jam entrou em estúdio prometendo um disco mais ligado as suas raízes, então foi lançado Yield.


As Impressões do passado

Yield  foi cercado de expectativas, após tantas polêmicas e a guerra contra sua própria popularidade o Pearl Jam parecia preparado a retornar aos poucos aos holofotes, mais maduros e preparados para encarar o que viria pela frente.

Mesmo com os conflitos criativos entre Vedder e Gossard resolvidos, Yield ainda mostrava resquícios de uma banda que ia abandonando a fúria e inocência dos primeiros anos para buscar uma sonoridade mais ampla e diversificada.

Contando com certa dose de indecisão, Yield conseguiu quebrar o estilo essencialmente moroso de No Code e resgatar um pouco da energia perdida, Stone Gossard e Mike McCready ressurgiram mais fortes com suas guitarras afiadas, Eddie Vedder conseguia escapar de seus clones surgidos aos montes e mostrar todo seu talento como compositor e cantor, Jeff Ament e Jack Irons colocaram mais peso e energia quando requisitado.

Mesmo com um retorno a sua essência os experimentos não foram abandonados, alguns sintetizadores foram colocados em algumas músicas, baladas mais melancólicas e adultas foram adicionadas misturadas a atitude e pegada rockeira que consagrou os caras.

O Pearl Jam estava de bem com todos, lançou o clipe Do The Evolution, maior clássico do disco, uma animação fantástica dirigida pro Todd McFarlene, outros sucessos como Brain Of J. Given To Fly, e Faithful garantiram muitos aplausos dos fãs, por sua vez faixas como Red Dot (untitled) e Push Me, Pull Me geraram estranheza devido ao uso de sintetizadores e samplers (tendência forte na cena rockeira no fim dos anos 90 e inicio dos 2000).

Yield fez sucesso, trouxe muitos fãs de volta, agregou novos mas deixou muita gente com dúvidas do que viria pela frente, uma vez que a banda parecia abrir uma nova era com menos percalços e sucesso mais contido.


Como o álbum envelheceu?

Ouvindo Yield 16 anos após seu lançamento e sabendo o que veio depois ficou claro que este álbum consolidou a transformação do Pearl Jam de fenômeno do Grunge de Seattle para uma das maiores bandas de Rock clássico do mundo. 

Visto isso, Yield conseguiu emplacar dois dos maiores Hits de sua longa e produtiva carreira, a Zeppeliana Given To Fly e a punk rock explosiva Do The  Evolution, entretanto o maior legado deixado foi a maturidade atingida, passando por cima da desconfiança e do fantasma de uma estréia absolutamente fantástica de Ten sete anos antes.

O legado musical venceu padrões que a indústria da música impunha e abriu uma nova estrada que possibilitou um crescimento criativo interessante, o contraste do Punk Rock de Brain Of J com a suavidade de Whishlist, passando pela grunge e explosiva Faithful fomentou o estilo Pearl Jam de se fazer Rock. Muito do que se escuta hoje no som deles foi plantado nesse álbum.

Não é o melhor disco nem o mais importante da carreira deles, mas é o registro que mostrou uma nova fronteira e renovou as esperanças dos fãs que mesmo não tendo "aquela banda que fez o Ten" de volta podia contar com um grande nome para carregar a bandeira do Rock. 

Os herdeiros de Neil Young, Bruce Springsteen e Ramones estavam mais vivos do que nunca. Yield envelheceu muito bem, aliás ouvindo ele novamente, soa atual, forte as vezes irregular mas com qualidades e defeitos como qualquer coisa que existe em nosso universo.


Track List

  1. Brain Of J.
  2. Faithful
  3. No Way
  4. Given To Fly
  5. Wishlist
  6. Pilate
  7. Do The Evolution
  8. Red Dot (Untitled)
  9. MFC
  10. Low Light
  11. In Hiding
  12. Push Me, Pull Me
  13. All Those Yesterdays

Do The Evoluiton


Given To Fly





18 de fev. de 2014

UFC Fight Night 36- Machida e Jacaré fizeram a lição de casa!


Quando Anderson Silva perdeu o cinturão dos pesos médios do UFC para Chris Weidman abriu uma grande corrida pelo topo da categoria, Vitor Belfort, Luke Rockhold, Ronaldo Jacaré, Lyoto Machida, Michael Bisping, Gegard Mousasi passaram a esfregar as mãos para enfrentar o novo campeão rumo a consagração.

No meio dessa corrida Lyoto Machida e Ronaldo Jacaré derrotaram seus adversários e deram um passo adiante rumo a luta pelo cinturão. Jacaré venceu o forte Francis Carmont, o francês com um bom jogo de luta agarrada e com boa desenvoltura em pé deu trabalho a, mas foi derrotado graças ao equilibrio e o forte jogo de chão do brasileiro.

Jacaré dominou o primeiro e terceiro round, pegando as costas dominando o jogo de chão, vale ressaltar que acertou bons golpes em pé, o segundo round foi equilibrado e poderia ter ido para qualquer um.  O faixa preta se mantém no top 5 da divisão e está há uma ou duas vitórias de uma luta pelo cinturão.


Jacaré grampeando Carmont




Lyoto Machida e Gegard Mousasi fizeram um bom combate, com muito estudo e golpes precisos. O Karateca brasieliro estava mais rápido e confundiu o adversário com sua movimentação rápida e combinações, principalmente as entradas de chute alto e na linha de cintura.

Mousasi estava frustrado mas manteve um bom nível de competitividade, Machida conseguiu levar a luta para o chão em duas oportunidades, dominando boa parte nesse quesito apesar de ter levado uma raspagem muito bem executada pelo Holandês, mas no quinto round Machida levou a luta para baixo mais uma vez e anulou o jogo do adversário, conseguindo bons golpes e uma pegada nas costas. Venceu na decisão dos juízes.

Lyoto Machida conseguiu sua segunda vitória nos pesos médios contra dois integrantes do Top 10 e se credenciou para enfrentar o vencedor de Vitor Belfort x Chirs Weidman que acontecerá em Maio.

Machida usou bem os chutes
Acertou o alvo  


Resultado dos palpites  : 4 Acertos (Charles Oliveira, Erick Silva, Ronaldo Jacaré e Lyoto Machida ) 1 Erro ( Nicholas Musoke )
Placar Geral 15 acertos 5 Erros = 75% de acertos
 

13 de fev. de 2014

UFC Fight Night 36 - Machida x Mousasi







Mais um evento do UFC no Brasil com um bom card, desta vez teremos dois duelos importantes nos pesos médios, Ronaldo Jacaré enfrenta Francis Carmont e Lyoto Machida pega Gegard Mousausi os vencedores darão passos importantes rumo a uma luta pelo cinturão.

Vale a pena conferir, e como sempre vamos aos palpites do card principal do evento.


Charles Oliveira (16-4) vs. Andy Ogle (9-3)
Ambos precisam  da vitória, acredito no jogo versátil de Charles que apesar da derrota para Frankie Edgar se apresentou bem. Palpite: Charles "Du Bronx"vence.

Viscardi Andrade (17-5) vs. Nicholas Musoke (11-2)

Dois lutadores que ainda buscam seu espaço no UFC, Viscardi tem muita disposição e pode ir mais longe se melhorar sua parte em pé, confesso que conheço bem pouco de seu adversário. Difícil opinar. Palpite: Viscardi Andrade vence.

Erick Silva (15-4, 1 NC) vs. Takenori Sato (17-8-7)

Erick Silva tem muita talento mas é um lutador pouco inteligente durante o combate, precisa melhorar muito para ir longe no UFC, mas tem potencial de sobra para isso, Sato vai enfrear no UFC e ainda em território inimigo. Palpite:  Erick Silva vence.

Ronaldo “Jacare” Souza (19-3, 1 NC) vs. Francis Carmont (22-7)
Jacaré já tem muita experiência no MMA, ex-campeão do Strikeforce, e vem de boas vitórias no UFC, Carmont sabe amarrar bem uma luta e é bem forte, mas como seu forte é o Wrestling não o vejo dominando o brasileiro que é muito bom no chão e vem aprimorando sua trocação. Palpite: Ronaldo Jacaré vence.

Lyoto Machida (20-4) vs. Gegard Mousasi (34-3-2)
Combate complicado, Mousasi é um lutador experiente e tem uma técnica apurada, bom em pé e no chão, é completo e não vai se abalar facilmente, Machida tem um cartel menor, mas enfrentou lutadores mais condecorados que Mousasi, se usar bem os chutes e controlar a luta agarrada pode vencer. Luta muito complicada, sem favoritos. Palpite: Lyoto Machida vence.


9 de fev. de 2014

Kings Of Leon - Mechanical Bull



Nota: 7,5

O  Kings Of Leon já pode ser considerada uma banda veterana, uma vez que debutou em 2003 com o forte Youth & Young Manhood, mostrando ao mundo uma mistura de Southern Rock e Rock Alternativo muito interessante. A  Familia mais rockeira dos Estados Unidos retornou em 2013 com uma boa dose de inspiração, Mechanical Bull merece a atenção de quem gosta de boa música.

O sucesso do clássico quase pop Only By Night (2008) levantou a carreira do Kings Of Leon e impulsionou os Followill rumo ao estrelato, entretanto a sonoridade que foi sensivelmente suavizada gerou críticas dos fãs mais antigos no também bem  sucedido Come Around Sundown (2010).

Entretanto desta vez tivemos mudanças.as melodias grudentas e fáceis continuam dando as caras, porém uma dose de guitarras e batidas mais agitadas ditam o ritmo,  mesmo nas baladas a banda soa mais orgânica e direta fazendo com que o Kings Of Leon equilibre mais sua proposta, menos pop, mais rock.

A abertura com a forte Supersoaker é um convite e tanto para ouvir Mechanical Bull com atenção, a voz peculiar de Caleb Followill é um cartão de visitas interessante, cantando com muita disposição, ele também faz uma dupla de guitarras entrosada com Matthew Followill.

O solo inicial de Rock City abre espaço para um tema cadenciado com uma forte influência Sulista, uma letra bem sacana muito bem interpretada, mais uma boa interação de guitarras e dos grooves da dupla  Nathan e Jared Followill.

A up tempo Don't Matter  explora os lados mais alternativos lembrando bastante a sonoridade do Grunge dos já longínquos anos 90, para quem achava que os caras estavam amolecendo demais o inicio do disco vem para apagar a impressão de envelhecimento precoce da banda.

Músicas mais lentas e baladas fazem parte do DNA deles e a melancólica Beautiful War é arrastada, focada nos vocais de Caleb,  que estão muito bons durante todo o álbum, a quase pop e cativante Temple tem um enorme potencial para emplacar, os arranjos são ótimos, muitas guitarras, uma levada boa de bateria, grooves no baixo e melodias fáceis de cantar. Um Hit em potencial.

A a balada pop Wait For Me pode desagradar quem esperava mais peso,, mas é inegável a qualidade dos arranjos por aqui, destaque para o grande arranjo de guitarras, Caleb e Matthew fizeram um grande trabalho. A influência sulista misturada com soul music criaram uma atmosfera setentista interessante em Family Tree.

Comeback Story deixa o ritmo cair, a música não é ruim, mas está no lugar errado,  Tonight é uma power ballad com um andamento mais quebrado e um grande refrão, Coming Back Again agita as coisas novamente, com uma pegada oitentista, tem o baixo na frente comandando o resto do time.


On The Chin é quase uma balada country com uma bonita melodia de voz, Caleb interpreta as músicas com muita propriedade, sua voz peculiar é muito bem usada aqui, uma boa escolha para fechar o disco.

Mechanical Bull deixou uma boa impressão, se os fãs mais antigos achavam que os Followill caminhavam para uma direção mais pop e inofensiva devem escutar o álbum com atenção, não chega a ser uma ruptura, ou um grito rebelde contra o passado recente deles, mas podemos ouvir uma banda mais disposta a agitar as coisas.

Vale conferir.



Beautiful War



Family Tree



Mechanical Bull (2013)

  1. Supersoaker
  2. Rock City
  3. Don't Matter
  4. Beautiful War
  5. Temple
  6. Wait For Me
  7. Family Tree
  8. Comeback Story
  9. Tonight
  10. Coming Back Again
  11. On The Chin
  12. Work On Me (Faixa Bonus iTunes)
  13. Last Mile Home (Faixa Bonus iTunes)

A Banda

Caleb Followill  (vocal e guitarra)
Matthew Followill  (guitarra)
Jared Followill  (baixo)
Nathan Followill (bateria)

6 de fev. de 2014

UFC 169 - Aldo e Barão mais uma vez no topo!

No último sábado tivemos mais um grande evento, o UFC 169 marcou uma dupla defesa de cinturão para o Brasil,.

José Aldo bateu Ricardo Lamas em cinco rounds de maneira tranquila administrando a luta e mostrando o porque é o rei da categoria dos pesos penas. Mesmo não sendo a performance mais inspirada de Aldo, ele foi perfeito no plano de luta e não correu perigo, usou bem as combinações de chutes e socos, e levou a luta para o chão nos rounds finais. Vitória tranquila, José Aldo limpou a divisão dos pesos penas!


Aldo preciso com as mãos

Low Kicks poderosos




Na luta principal Renan Barão atropelou Uirjah Faber no primeiro round, com mãos afiadas não deu a mínima chance ao adversário e segue defendendo o cinturão dos galos, uma vez que uma luta com Dominck Cruz parece cada vez mais distante devido as seguidas lesões do americano que já não é mais o campeão da categoria.

Barão implacável

Golpes certeiros



Resultado dos palpites  : 4 Acertos (Bagautinov, Overeem, Aldo e Renan Barão )
 1 Erro ( Abel Trujillo)
Placar Geral 11 acertos 4 Erros = 73% de acertos




31 de jan. de 2014

Palpites UFC 169 - Barão x Faber II





New Jersey vai receber um grande evento no sábado, o UFC 169 que coloca Renan Barão e Urijah Faber frente a frente novamente pela disputa do cinturão dos galos, na mesma noite o super campeão José Aldo encara Ricardo Lamas pelo título dos penas. Uma grande noite com excelentes combates!

Como sempre vamos aos palpites do card principal.

Jamie Varner (21-8-1, 2 NC) vs. Abel Trujillo (11-5)

Combate complicado, Varner é guerreiro Trujillo também gosta de trocar, tem tudo para ser um combate eletrizante. Acredito mais em Varner. Palpite; Jamie Varner vence.

John Lineker (23-6) vs. Ali Bagautinov (12-2)

John Lineker bate pesado e tem boa velocidade, Bagautinov é mais completo e tem vantagem na luta agarrada. Palpite: Bagautinov vence.

Frank Mir (16-8) vs. Alistair Overeem (36-13)

Luta interessante, quem perder corre o risco de ser demitido do evento, dois pesos pesados com muita experiência e que já viveram altos e baixos. Mir vai ter que mostrar mais do que vem fazendo para vencer, Overeem começa bem, mas sempre cansa durante a luta. Díficil opinar. Palpite: Overeem vence.

Jose Aldo (23-1) vs. Ricardo Lamas (13-2)

Aldo é um dos maiores campeões do UFC, Lamas vem de franco atirador, acredito no jogo do brasileiro, mais completo pode controlar a luta  e evitar a troca franca de golpes. Palpite: José Aldo vence.

Renan Barão (31-1) vs. Urijah Faber (30-6)

Combate muito equilibrado, difícil fazer prognósticos, Barão é mais completo, Faber explosivo e perigoso em pé e no chão. Barão já bateu Faber uma vez, e pode repetir o resultado. Palpite: Barão vence.


28 de jan. de 2014

UFC ON FOX 10 - Thomson venceu, mas não levou!

No último sábado Ben Henderson foi o vencedor da luta contra Josh Thomson segundo os juízes, entretanto o público presentes, os telespectadores além do patrão Dana White não ficaram 100 % convencidos do resultado.

O combate valia uma possível luta pelo título ao vencedor, entretanto, tanto Henderson quanto Thomson deram passos para trás rumo ao título devido a falta de agressividade de ambos que poderiam ter mostrado mais vontade de vencer.

Henderson foi claramente dominado no primeiro round, perdeu de maneira mais equilibrada o segundo e venceu o terceiro quando partiu para cima.  A polêmica se dá nos 2 rounds finais, Henderson caminhou para frente, Thomson conseguiu uma boa queda mas ficou preso na boa guarda de Henderson, que devolveu na mesma moeda colocando Thomson no chão,  entretanto Thomson terminou o quarto round nas costas, atacando um estrangulamento, vencendo por 10x9. 

O quinto round foi mais morno e alternou com Henderson caminhando mais para frente, mas sendo pouco efetivo, Thomson sendo mais preciso chegando  a abalar a base de Henderson com chutes e contra golpes, mais um round para Thomson.

Minha contagem ficou em 49 x 46 para Thomson, que acabou vencido na decisão dividida dos juízes, que viram vitória de Ben Henderson, bom para meus palpites, péssimo para o esporte que precisa se adaptar a um sistema mais moderno de pontuação o mais rápido possível, e de preferência colocar pessoas qualificadas que conheçam artes marciais como juízes laterais.


Thomson foi melhor

Dominando na luta agarrada

Resultado dos palpites  : 3 Acertos (Jeremy Stephens, Donald Cerrone e Ben Henderson  1 Erro (Stipe Miocic)
Placar Geral 7 acertos, 3 Erros = 70% de acertos