10 de abr. de 2013

Stone Sour - House of Gold & Bones Pt 1


NOTA: 8,5

O Stone Sour lançou seu projeto mais ambicioso da carreira, inicialmente planejado como album duplo, House of Gold & Bones foi dividido em duas partes, é um álbum conceitual que fala sobre uma jornada  pessoal de altos e baixos, e auto conhecimento com toques surrealistas.

Aliás as letras e as interpretações de Corey Taylor são fenomenais, um dos melhores trabalhos da extensa carreira do vocalista. Essa nova jornada marca a saída de Shawn Economaki, baixista e um dos fundadores da banda ao lado de Taylor e do guitarrista James Root. Para as gravações foi recrutado Rachel Bolan (Skid Row) que está como convidado.

Musicalmente encontramos um álbum rico em arranjos e variações que prendem o ouvinte, os caras estavam realmente inspirados, desde músicas mais pesadas, remetendo ao Heavy Metal até baladas mais melancólicas.  O mais legal de House of Gold & Bones é que ele não se prende a rótulos,  e consegue transcender classificações pré estabelecidas, sendo feito de maneira espontânea e criativa.

As guitarras foram privilegiadas, James Root e Josh Rand estão em ótima forma, alternando riffs pesados, solos e duetos, sempre bem encaixados de acordo com o que cada música precisa, e talvez essa dinâmica abriu espaço para canções marcantes e variadas. Falar de Corey Taylor é algo fácil, ele é bom demais no que faz, canta muito e interpreta como ninguém, um grande vocalista e ótimo letrista.

O álbum abre com Gone Sovereign, com uma parede de guitarras no riff inicial e os vocais nervosos de Taylor. O baixo de Bolan entra quebrando tudo junto com a bateria veloz e intrincada do competente Roy Mayorga, os solos aparecem surpreendendo com escalas rápidas e duetos, característica pouco comum nos álbuns anteriores.

A seqüência com Absolute Zero, que vem emendada na abertura, numa pegadas cadenciada flertando com um Hard Rock bem pesado, característico do Stone Sour, os vocais contrastam partes urradas com melodia no refrão, que vem forte e marcante. Uma música com muito potencial para ser clássico do grupo.

A introdução acústica Travelers Pt 1 é um tema melancólico com incursões orquestrais e violões, com vocais bem suaves de Taylor, e abre espaço para a balada Tired, outro destaque do álbum, uma balada com toque progressivo, dotada de um grande refrão, James Root aparece muito bem com um ótimo solo de guitarra.

Os timbres pesados das guitarras de My Name is Allen casam bem com o vocal rasgado e a bateria pulsante de Mayorga, um som macabro, combinando com o personagem apresentado na mesma. A música lembra os temas mais cadenciados do Slipknot.

Last Of The Real fecha o álbum com uma pegada moderna e  com muito groove graças a linha  baixo de Rachel Bolan que  aparece com força, distorcido e ditando o ritmo, Corey Taylor parece furioso, com uma grande performance.

House of Gold & Bones Pt 1, mostrou todo o potencial do Stone Sour, um dos grandes albuns de 2012,   A segunda parte acabou de ser lançada e em breve vocês poderão conferir o review aqui no Its Electric.


Abaixo o clipe de Gone Soverign


House of God & Bones Part 1 (2012)

1. Gone Sovereign
2. Absolute Zero
3. A Rumor of Skin 

4. The Travelers (Pt. 1)
5. Tired
6. RU486
7. My Name Is Allen
8. Taciturn
9. Influence of a Drowsy God
10. The Travelers (Pt. 2)
11. Last of the Real


Stone Sour: 


Corey Taylor  vocals e piano

James Root  guitarra ritmica e solo
Josh Rand − guitarra  ritmica  e solo
Roy Mayorga  Bateria 
Rachel Bolan - Baixo

5 de abr. de 2013

Test Time Review # 4 - Subhuman Race (1995)


O Skid Row vai lançar esse ano uma série de Eps Intitulado United World Rebellion, e a primeira parte será lançado dia 16 de Abril, e nada melhor do que olhar o passado para compreender o futuro.

 Aproveitando o gancho do lançamento vou falar do álbum mais controverso da primeira fase da banda, justamente, Subhuman Race , de 1995, terceiro álbum de inéditas dos caras,  e infelizmente é o capítulo final da formação clássica do Skid Row.

Um álbum marcado pela sonoridade pesada, intrincada e suja que foi rodeado de polêmicas ao longo de sue lançamento, e obviamente marca a saída do vocalista Sebastian Bach, que desde 1997 embarcou em sua empreitada solo. Um grande registro que por anos foi visto com desconfiança pelos fãs.

A Banda

O Skid Row era formado por:

Sebastian Bach - Vocal

Dave "Snake"Sabo - Guitarra

Rachel Bolan - Baixo

Scotti Hill - Guitarra

Rob Affuso - Bateria

O Contexto!

Em 1995 o mundo do Rock estava em uma transição caótica após o furacão de Seattle dos anos 90, entretanto a onda Grunge estava acabada e o Hard Rock oitentista já amargava o ostracismo desde os idos de 92. Com um cenário destes a banda que havia dominado as paradas com Slave To The Grind lançava um álbum mais cru, direto e pesado que seu antecessor.

Trilhando um caminho que misturava as raízes do Hard Rock com um toque de Alice In Chains e muito punk rock, Subhuman Race foi recebido com cautela pelos fãs. As vendas não foram ruins, com mais de 500 mil cópias ganhou disco de ouro nos EUA, mas para a Atlantic, isso foi uma decepção, esperavam mais da banda que com dois álbuns havia vendido mais de 15 milhões de discos.

As impressões do passado!

Cru e direto, Subhuman Race carrega consigo uma banda furiosa, buscando nas influências pesadas reciclar sua identidade, o sucesso avassalador de Skid Row e Slave to The Grind havia levado a banda a uma super exposição na MTV, estigmatizando seu legado como um grupo que só fazia baladas (excelentes por sinal), coisa que nunca foi verdade, a banda sempre fez um som que beirava o Heavy Metal.

O maior choque na nova empreitada, foi ouvir os timbres abafados, bateria seca, baixo carregado e vocais mais contidos, porém agressivos de Bach, as guitarras de Snake e Hill antes altas e mais cristalinas, aparecem mais pesadas, ouvimos timbres sujos e mais graves, mas acertando nos riffs, solos e licks. Teria o Skid Row se rendido ao Rock Alternativo, ou apenas estava mostrando seu lado mais Punk Rock?

Até hoje essa questão assombra Subhuman Race, e talvez essa mudança tenha gerado as tensões que culminaram no rompimento dessa formação, de fato, Subhuman Race não é unanimidade entre os fãs.

Como o álbum envelheceu?

Desde que ouvi pela primeira vez, dentre 1996 ou 97, não lembro ao certo, gostei da sonoridade, e confesso até hoje nunca entendi tamanha controvérsia sobre Subhuman Race, pelo contrário, o tempo passa e ele fica melhor e mostra-se muito atual.

My Enemy tem uma pegada moderna e um grande riff de abertura, o baixo de Bolan aparece carregado no groove, abrindo espaço para a bateria intrincada de Rob Affuso.

 Firesign mostra os vocais afiados e agressivos de Sebastian Bach, que apresenta maturidade e equilíbrio,  um bom refrão, as guitarras aparecem solando com eficiência. A faixa título, Subhuman Race é uma pancada na orelha, curta e direta na qual as influências de Heavy Metal e Punk Rock correm solta.

Into Another e Breakin' Down representam bem as baladas da banda, com grandes harmonias da dupla Snake/Hill e suas guitarras bem encaixadas e claro, as melodias vocais já consagradas aparecem bem, sem dúvida dois dos destaques do álbum.

A pergunta que fica é a seguinte: Subhuman Race  é um álbum injustiçado? Ao meu ver, sim, pois foi um registro corajoso, que mostrou uma face mais crua e direta da banda que ao mesmo tempo procurou um som alinhado com a música pesada feita na metade dos anos 90.

Johnny Sollinger assumiu os vocais em 2000, mas até hoje luta contra o fantasma de Sebastian Bach, uma vez que este realizou um excelente trabalho e deixou um legado e muitos fãs que até hoje aguardam uma reunião.


Todas as faixas por Rachel Bolan, Scotti Hill e Dave Sabo, exceto onde anotado.
  1. "My Enemy" (Rob Affuso, Rachel Bolan, Scotti Hill) – 3:38
  2. "Firesign" (Sebastian Bach, Bolan, Hill, Dave Sabo) – 4:54
  3. "Bonehead" (Bolan, Sabo) – 2:16
  4. "Beat Yourself Blind" – 5:02
  5. "Eileen" (Affuso, Bach, Bolan, Snake) – 5:36
  6. "Remains to be Seen" – 3:34
  7. "Subhuman Race" – 2:40
  8. "Frozen" (Bolan, Snake) – 4:43
  9. "Into Another" (Bolan, Snake) – 4:02
  10. "Face Against My Soul" (Affuso, Bach, Bolan, Snake) – 4:20
  11. "Medicine Jar" – 3:36
  12. "Breakin' Down" (Snake) – 4:30
  13. "Ironwill" (Affuso, Bolan, Hill, Snake) – 7:43



A Faixa título mostrou uma banda pesada e direta!


28 de mar. de 2013

UFC 158 - St Pierre anula Nick Diaz

Após merecidas férias, o Its Electric voltou, estava devendo os resultados dos palpites do UFC 158, que marcou o duelo entre George ST Pierre e Nick Diaz no card principal, e para variar o canadense anulou mais um desafiante, com precisão, técnica e estratégia GSP não deu chances ao adversário.

Em um combate de 5 rounds, o canadense conduziu a luta como quis, e utilizou todo seu conhecimento técnico para minar e frustrar Nick Diaz, que só o terceiro round conseguiu bons golpes que chegaram a abalar o campeão, que prontamente se recuperou e voltou a controlar as ações.

GSP conseguiu aliar jabs, chutes, wrestling e transições do Jiu Jitsu, essa combinação garantiu a décima primeira vitória consecutiva dentro do UFC, mesmo criticado o canadense vem mostrando eficiência e controle total de seus combates.




No co main event Johnny Hendricks fez um lutaço contra Carlos Condit, o vencedor iria encarar o vencedor de St Pierre e Nick Diaz, e para variar Hendricks veio para vencer, pressionando Condit, partindo para dentro com golpes violentos e seu wrestling de alto nível. Derrubando o ex campeão interino diversas vezes.

Condit ficou visivelmente surpreso com a ofensiva do oponente, e só conseguiu se encontrar no último round quando acertou bons golpes que abalaram o barbudo.  Mas  Hendrucks segurou a pressão e manteve Condit pregado no chão. Garantindo a vitória e cravando a disputa do cinturão contra o Georges St Pierre.



Resultado dos palpites: 2 Erros ( Ricci e Carmozi )  3 Acertos (Ellenberger, Hendricks e St Pierre)
Placar Geral: 20 Acertos e 16 Erros =  55,5% de Acerto

15 de mar. de 2013

Palpites UFC 158 - St Pierre x Diaz



O UFC vai a Quebec no Canadá para assistir o herói local, astro do UFC Georges St Pierre encarar Nick Diaz valendo o cinturão dos Meio Médios, em uma luta com clima quente, muita provocação e claro promessa de um combate duro, Diaz tenta quebrar a hegemonia do canadense que é apontado como favorito!

Sendo assim, vamos aos palpites do card principal do evento, que promete lutas equilibradas!

Mike Ricci (7-3-0) x Colin Fletcher (8-2-0)e

Luta equilibrada, mas pouco expressiva, Fletcher tem uma boa envergadura e pode complicar.

Palpite: Fletcher vence.

Chris Camozzi (18-5-0) x Nick Ring (13-1-0)

Nick Ring luta em casa, mas enfrenta Chirs Camozzi, que vem embalado de algumas boas vitórias, uma luta do pelotão debaixo dos pesos médios, acredito que o americano é mais consistente e se manter a luta em pé tem grandes chances de vencer. luta complicada, Ring é mais consistente mas precisa de lutas mais expressivas.  Palpite: Nick Ring vence.


Jake Ellenberger (28-6-0) x Nate Marquardt (32-11-2)

  
Um ótimo combate nos meio médios, Marquardt é experiente, bom em pé e bem versado no chão, e já enfrentou a elite do MMA, Ellenberger tem um jogo sólido com uma boa base de Wrestling,e bons overhands o que pode complicar, um combate durissímo. Palpite: Ellenberger vence.

Carlos Condit (28-6-0) x Johny Hendricks (14-1-0)


 Na noite dos pesos meio médios, Condit e Hendricks vão disputar a chance pela luta do título, Condit se movimenta bem e é completo, bom em pé e no chão, com uma boa envergadura, Hendricks tem sua base no wrestling e uma mão muito pesada, ele vem nocauteando adversários ao longo da carreira. Mais uma luta difícil de opinar! Palpite: Hendricks vence.

Georges St-Pierre (23-2-0) x Nick Diaz (26-8-0)


Uma luta cercada de provocações e polêmicas, George St Pierre representa o atleta exemplar, Diaz, o Bad Boy controverso, em um combate que promete esquentar o Canadá veremos se toda a expectativa se corresponde, St Pierre pode se complicar com o boxe e a guarda de Diaz, que por sua vez, vai encarar um lutador completo que sabe usar suas habilidades para vencer qualquer um.
Palpite: St Pierre Vence



7 de mar. de 2013

Um dia de Rei, O imperador Silva!


De tempos em tempos observamos nos esportes de combate grandes nomes uns pela técnica outros pela vontade de ser um grande nome do esporte, vamos falar hoje de um desses grandes campeões Wanderlei  Silva.

Um desses atletas que não tem grandes habilidades,  mas que transpira e luta como ninguém com seus punhos de aço e mente de titanio.

Nas lutas de nosso Wand não vemos nada de movimentos plásticos, mas observamos sim um furacão pronto para destruir o que vê pela frente.

Desde o fim do Espetacular Pride FC  no Japão o nosso Cachorro loco não vinha se apresentando bem, perdendo seu título do Pride para Dan henderson na edição em terras do Tio San, alternando lutas boas e ruins no UfC.

Pois bem, nesta madrugada, o bom filho a casa torna, em terras Japonesas com o UFC, O mister Pride vs o Soldado Americano. O que  prometia marretadas poderosas para todo lado.

E foi o que aconteceu, a pancadaria começou com tudo knockdow para os dois lados, e não foi um só,  uma verdadeira briga. Sobradando golpes e coragem para todos os lados, tudo empolgando o grande público no Saitama Super Arena. Tanto que valeu a luta da noite, engordando a conta bancária dos Lutadores!

Nessa adrenalina toda vimos ao final do combate Wanderlei Silva ao centro do octógono ovacionado pelo publico japonês como o Rei da terra do Sol nascente. O que rendeu ao brasileiro nocaute da noite, bem como aconteceu com Mark Hunt em outro grande combate.

Não sei nada sobre signos, sobre Feng-shui e outros assuntos esotéricos, mas sei que em solos onde os samurais derramaram muito sangue com suas laminas afiadas o nosso Wand derrubou os mais ferozes adversários coberto de uma áurea toda especial.

No Japão nem jon jones é páreo para o Wand

6 de mar. de 2013

UFC ON FUEL TV 8 - O Japão tem um dono!



O UFC ON FUEL TV ocorreu no último sábado no Saitama Super Arena, antigo palco do PRIDE FC e em uma noite em que os fãs viram o MMA de alto nível de volta ao Japão pudemos presenciar combates interessantes, com um final espetacular!

Vitórias Tranquilas

No card principal tivemos bons combates como o do brasileiro Rani Yahya vencendo o lutador da casa Mizuto Hirota e o coreano Dong Hyung Kim batendo Siyar Bahadurzada , ambos vencedores usaram muito bem a luta agarrada e levaram a luta na decisão, com relativa sobra.

Rani sofreu mais no terceiro round quando Hirota dominou e até arriscou finalização no braço, muito bem defendida, mas no geral Yahya venceu bem os dois rounds anteriores e mereceu a vitória. Já Dong Hyun Kim não tomou conhecimento de Siayr e venceu facilmente, levando a luta para o chão e dominando completamente o afegão.


Resultados Polêmicos

Yushin Okami e Hector Lombardi fizeram uma luta movimentada e díficil de julgar, Okami anulou bem a explosão do cubano, porém Lombardi levou perigo e chegou a pressionar o japonês. O primeiro round foi muito equilibrado, Okami trabalhou a queda, e levou a luta para baixo, mas Lombard se recuperou e partia para o ataque. No segundo round, Okami colocou mais pressão, derrubou e controlou a luta deixando seu adversário claramente frustrado, uma vez que o mesmo não conseguia raspar. O terceiro round foi mais pegado, Lombard partiu para cima, soltando golpes chegou a balançar o japonês, que a todo instante tentava o clinch. A luta foi complicada e julgar, eu daria a vitória para Okami, entretanto houve controvérsia, tanto que a decisão foi dividia. Okami foi declarado o vencedor.

O mesmo filme se repetia, Diego Sanchez enfrentou a lenda do PRIDE Takanori Gomi, o combate tinha tudo para ser eletrizante, com Sanchez derrubando e Gomi golpeando, entretanto a luta foi morna, com poucos destaques como uma queda e um Leg Lock de Sanchez que foi defendida e algumas sequencias de Gomi que dominou o centro do octagon e foi mais agressivo, merecia a vitória. Entretanto Diego Sanchez venceu na decisão dividida dos juízes. Mas o próprio Dana White anotou no twitter vitória para o japonês!



Emoções dignas do PRIDE

O momento do nocaute!
Stevan Struve encarou o durísssimo ex campeão do K-1 Mark Hunt, os dois pesos pesados protagonizaram um duelo interessante, o Gigante Struve começou melhor, raspou e montou, chegando a castigar Hunt na posição, mas não conseguiu ajustar a posição para finalizar o combate, e desse momento em diante Hunt cresceu no combate. Perdendo o primeiro round, o Neo Zelandês partiu para cima, golpeando com suas mãos pesadas, Struve acusava os golpes e chegou a levar uma queda e teve sua guarda passada.
O último round mostrou Struve cansado, e mesmo com a diferença enorme de envergadura pouco aproveitou, Hunt esquivava e usava paradas de mão, encurtando e soltando golpes precisos, um direto enciaxou no queixo e implodiu o Holandês, que teve o maxilar fraturado. Hunt anota sua quarta vitória consecutiva no UFC.

Wanderlei e Stann troca franca!
Wanderlei Silva e Brian Stann também protagonizaram uma guerra, uma luta boa de assistir, entretenimento puro para os fãs, troca de golpes duríssimas, knockdowns, clinches e muita pancada! O main event levantou o Saitama Super Arena, e quando Wanderlei abriu o nariz de Brian Stann ainda no primeiro round ele iniciou sua vitória, já que mesmo sendo pressionado, segurou o ímpeto e levou a luta para o segundo round. Com jabs, ele foi acertando o nariz do americano, que já perdera potência, e com um cruzado e um direto, conseguiu o nocaute! Sensacional, Wanderlei Silva mostrou que o Japão tem um dono, e reviveu os bons tempos do PRIDE.

Resultado dos palpites: 3 Erros ( Okami, Hunt e Wanderlei SIlva)  3 Acertos (Rani Yahya, Don Hyung Kim e Diego Sanchez)
Placar Geral: 17 Acertos e 14 Erros =  55% de Acerto

28 de fev. de 2013

Palpites UFC ON FUEL TV 8 - SIlva x Stann




O UFC volta ao Japão marcando o retorno de Wanderlei Silva ao país onde é consagrado graças aos anos de glória lutando pelo PRIDE FC.  Em um card recheado de bons combates, essa edição do UFC ON FUEL TV  promete excelentes combates!

Vale destacar as lutas entre Yushin Okami e Hector Lombard, luta importante para o cubano que busca uma chance por combates maiores e uma futura title shot nos pesos médios, a lenda dos pesos leves do Japão Takanori Gomi luta contra dois oponentes, a desconfiança dos seus fãs e o complicado Diego Sanchez, que é favorito no atual momento.

E ainda, Stefan Struve encara Mark Hunt nos pesos pesados, o vencedor pode subir no ranking da categoria do evento, já Wanderlei Silva encara Brian Stann em um combate que promete uma trocação franca, ambos precisam da vitória, mas o brasileiro luta contra uma possível aposentadoria forçada caso perca a luta de forma contundente.

Como de costume, vamos aos palpites do Card Principal de um evento no qual tudo pode acontecer, escolhas complicadas!

Dong Hyun Kim (16-2-1) vs Siyar Bahadurzada (24-4-1) => Dong Hyun Kim vence

Mizuto Hirota (14-5-1) vs Rani Yahya (17-7) => Rani Yahya vence

Yushin Okami (28-7) vs Hector Lombard (32-3-1) => Hector Lombard vence.

Takanori Gomi (34 - 8) vs Diego Sanchez (23-5) =>  Diego Sanchez vence.

Mark Hunt (8-7) vs Stefan Struve (25-5) => Stefan Struve vence.

Wanderlei Silva (34-12-1) vs Brian Stann (12-5) => Brian Stann vence.